{"id":652,"date":"2016-09-19T17:22:38","date_gmt":"2016-09-19T20:22:38","guid":{"rendered":"https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/?page_id=652"},"modified":"2021-03-15T10:25:08","modified_gmt":"2021-03-15T13:25:08","slug":"dinamica-de-rotores","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/projetos\/dinamica-de-rotores\/","title":{"rendered":"Din\u00e2mica de rotores"},"content":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>M\u00e1quinas rotativas s\u00e3o amplamente empregadas na ind\u00fastria e geralmente ocupam fun\u00e7\u00f5es cr\u00edticas nos processos produtivos. A fim de garantir a opera\u00e7\u00e3o segura e confi\u00e1vel destes equipamentos, faz-se necess\u00e1ria a correta predi\u00e7\u00e3o de seu comportamento din\u00e2mico nas fases de projeto. Estas caracter\u00edsticas est\u00e3o estreitamente relacionadas, entre outras coisas, aos coeficientes din\u00e2micos dos mancais. Em trabalhos anteriores do <img decoding=\"async\" class=\"wp-image-661 alignleft\" src=\"https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2013\/07\/rotor15.jpg\" alt=\"rotor15\" width=\"196\" height=\"164\" srcset=\"https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2013\/07\/rotor15.jpg 1928w, https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2013\/07\/rotor15-300x250.jpg 300w, https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2013\/07\/rotor15-768x641.jpg 768w, https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2013\/07\/rotor15-1024x854.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 196px) 100vw, 196px\" \/>grupo GVIBS, observou-se diferen\u00e7as consider\u00e1veis entre os modelos num\u00e9ricos desenvolvidos nos \u00faltimos 15 anos e medi\u00e7\u00f5es em laborat\u00f3rios de rotores comerciais, devido \u00e0 desconsidera\u00e7\u00e3o da rigidez angular de mancais de rolamento, principalmente quando os mesmos s\u00e3o r\u00edgidos (n\u00e3o autocompensadores). Num outro aspecto de sistemas girantes, a grande demanda por equipamentos rotativos como turbinas, compressores, motores el\u00e9tricos, geradores de energia, obriga os fabricantes a buscar solu\u00e7\u00f5es otimizadas em carca\u00e7as reduzidas. Para se conseguir grandes pot\u00eancias, geralmente as solu\u00e7\u00f5es v\u00eam acompanhadas de elevadas rota\u00e7\u00f5es e, com elas, podem ocorrer problemas de elevado n\u00edvel vibra\u00e7\u00f5es e\/ou instabilidades din\u00e2mica. Uma solu\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel para este tipo de problemas \u00e9 a introdu\u00e7\u00e3o de amortecimento nos mancais, modifica\u00e7\u00e3o estrutural, seja pela via passiva ou ativa\/adaptativa, uso de elementos tipo tilting-pad e o uso de neutralizadores din\u00e2micos, entre outros. Assim, no presente projeto, pretende-se: 1) propor modelos para calculo da rigidez angular dos mancais de rolamento para estudos e predi\u00e7\u00e3o do comportamento din\u00e2mico de m\u00e1quinas girantes e 2) propor uma metodologia de projeto \u00f3timo de neutralizadores din\u00e2micos viscoel\u00e1sticos para controlar vibra\u00e7\u00f5es flexionais de rotores, de forma indireta, controlando graus de liberdade angulares. Com a inclus\u00e3o de modelos de rigidez angular precisos, valores estes que ser\u00e3o corroborados de forma num\u00e9rica e experimental atrav\u00e9s de um processo inverso de identifica\u00e7\u00e3o, simula\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas em di<img decoding=\"async\" class=\"wp-image-446 alignright\" src=\"https:\/\/demec.ufpr.br\/gvibs\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2015\/09\/fig_rotores_2.jpg\" alt=\"fig_rotores_2\" width=\"200\" height=\"150\" \/>stintos tipos e tamanhos de rotores ser\u00e3o realizadas para verificar a sua influ\u00eancia no comportamento din\u00e2mico dos mesmos. J\u00e1 em controle passivo de vibra\u00e7\u00f5es, trabalhos anteriores de pesquisa apresentaram uma metodologia de controle passivo \u00f3timo, usando neutralizadores din\u00e2micos viscoel\u00e1sticos para reduzir o deslocamento de vibra\u00e7\u00e3o flexional, usando, para tal fim, mancais auxiliares para fixa\u00e7\u00e3o dos dispositivos. Esta metodologia geral se mostrou eficaz no controle passivo de vibra\u00e7\u00f5es, atrav\u00e9s de um ou v\u00e1rios dispositivos, para atuar sobre uma ou v\u00e1rias frequ\u00eancias caracter\u00edsticas do rotor em estudo, o que se conhece como controle em banda larga de frequ\u00eancias. Por outro lado, estes dispositivos devem ser fixados nos pontos de m\u00e1xima amplitude relativa dos modos a controlar, o que muitas vezes se torna dif\u00edcil ou at\u00e9 imposs\u00edvel de ser realizado. Assim, surge a necessidade de uma nova abordagem, motivo do presente projeto, que \u00e9 controlar a vibra\u00e7\u00e3o flexional de rotores de forma indireta, controlando graus de liberdade angulares do eixo. Sabe-se que os valores m\u00e1ximos deste grau de liberdade ocorrem perto dos mancais, podendo-se, assim, controlar, indistintamente, qualquer modo com a fixa\u00e7\u00e3o destes dispositivos na vizinhan\u00e7a dos mesmos. Esta metodologia permite realizar um controle flexional, prevendo uma solu\u00e7\u00e3o adequada e interessante do ponto de vista da f\u00e1cil manuten\u00e7\u00e3o. O projeto conceitual deste dispositivo de controle e sua constru\u00e7\u00e3o f\u00edsica possibilitar\u00e1 realizar estudos para verificar sua efic\u00e1cia, principalmente quando comparado com a solu\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica e direta.<\/p>\n<p>Projeto Financiado pela WEG M\u00e1quinas El\u00e9tricas (WEG\/UFPR\/FUPEF)<\/p>\n<p>Per\u00edodo: 2004 &#8211; 2018 (finalizado)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o M\u00e1quinas rotativas s\u00e3o amplamente empregadas na ind\u00fastria e geralmente ocupam fun\u00e7\u00f5es cr\u00edticas nos processos produtivos. 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